23.2.06

O fim das coisas

Tudo o que acaba continua vivendo em alguém. O fim de um filme não é o seu fim. Frames se tornam fragmentos das pessoas. A menina imita uma cena com o namorado. O outro pensa nela tantas vezes que acaba achando que aconteceu na vida dele. Um amigo se separa, sem ao menos nem porquê. Mas ele continua vivendo dentro de você. Se me esqueço de uma cena, quem a presenciou às vezes lembra. Sua vida é um filme com milhares de espectadores. As histórias não tem fim.


ps: desculpem a falta de atualizações. Até levei uma bronca nos comentários do post abaixo, rs. A culpa é do Gabriel García Márquez. Como escrever depois de ler o que ele escreve?

10 Comments:

Anonymous Didi said...

Fofa!

12:40 PM  
Anonymous Anônimo said...

gostei do seu site. Mais dos poemas e minicontos que das fotos dos cabeludos. Frederico Alberti, projetos especiais, Asa C., sala isolada.

1:23 PM  
Blogger superid said...

esse eh um ponto de vista deveras animador. prefiro que seja mesmo assim. historias sem fim. eternas reticencias.

4:38 PM  
Blogger Gustavo said...

E pensar que achei seu blog por um comentário sobre BBB (que odeio) em outro blog. Já está nos favoritos.
Mais do que os textos, a sensibilidade sua é o que fica depois da leitura.

9:41 PM  
Blogger Alessandro_PPG said...

Olá Luiza! Obrigado por visitar o meu blog e pelos elogios ao meu trabalho que mesmo trabalhando para grandes agências, eu luto todos os dias para ter reconhecimento do meu trabalho! É muito bom quando olham o meu trabalho com bons olhos! Beijinhos e gostaria de ter sua amizade! Aliás, o sou blog é muito bonito estéticamente e também de conteúdo! Colocarei você em meu link de favoritos!

6:25 PM  
Anonymous Anônimo said...

...saudades de Belo, cidade de mulheres lindas, inteligentes e interessantes...

8:41 AM  
Anonymous tiago said...

sim, sim. concordo. tem até uma música bem legal do bidê ou balde que fala assim, ó: "Ela vai mudar,
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Vai ficar feliz de ver que ele também mudou
Pelo jeito não descarta uma nova paixão
Mas espera que ele ligue a qualquer hora
Para conversar
E perguntar se é tarde pra ligar
Dizer que pensou nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ela aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que
passou (...)". O gabo é phoda. O que vc tá lendo? "Memórias?" Eu li. Acabou muito rápido. Mas sempre fica alguma coisa. Em tempo: também adorei aqui, ali, acolá e et cétera. beijo.

5:03 PM  
Blogger Lucas Viggiani said...

OI LINDONA, VOLTOU ENTÃO NÉ?E NEM AVISA. MUITO BOM TUDO QUE VC FAZ. BJUS!

10:17 AM  
Blogger cesariomf said...

Luiza cheguei a vc através do blog do Dudi. Também gosto do G Marques mas se vc me permite: CONTINUE ESCREVENDO. Olhe, tenho um site sobre cultura, gostei do seu texto, se algum dia quiser escrever lá, pf entre em contato comigo. o site: www.palmalouca.com, meu email cesariomf@mac.com parabéns Cesario Mello Franco (mineiro carioca)

6:39 PM  
Anonymous Binhá said...

Não acaba, remenda ou emenda, talvez. Não desacaba. Pode começar de novo. Gostei desse tb.

4:07 PM  

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